Confira a entrevista exclusiva com De Simone!
HS: Quais as diferenças existentes em relação ao período que você jogou? De Simone: Preparação física, quantidade de treinamentos e intercambio internacional.
HS: Houve uma evolução? De Simone: Sim, tanto técnica quanto fisicamente.
HS: Para conseguirmos uma colocação entre as quatro potências mundiais da modalidade, o que é necessário acrescentar ou mudar, na sua opinião? De Simone: Aumentar a estatura média da nossa seleção, termos mais jogadores atuando na europa, e intensificarmos nossos jogos com as seleções de ponta.
HS: Como eram as competições e viagens com a seleção quando você atuava? De Simone: Na maioria das vezes amadora na acepção da palavra. Cançamos de levar jogadores para treinar em nossos carros para treinar ,pois não havia condução da CBHb, jogos contra seleções de ponta era muito difícil e o duro era trabalhar no dia seguinte inteiro após o treino
HS: Por que parou de jogar,vontade ou necessidade? De Simone: Já tinha feito tudo aquilo que queria e podia no handebol e também minhas contusões anteciparam um pouco o final, quatro cirurgias não são fáceis de superar.
HS: Há alguns ex-atletas que jogam por hobby ainda hoje, você faz parte desses "peladeiros"? De Simone: Raramente, pois quando jogo me machuco um pouco.
HS: Cite algum ou alguns craques da sua geração que faziam a diferença nas competiçoes? De Simone: Foguete, Montanha, Willian, Xexa, Zequinha, Luisinho, Borracha, Alexandre Schineider e SB
HS: Hoje quem é o craque ou os craques que fazem a diferença? De Simone: Bruno souza na França, Alê goleiro da Metodista e Maik.
HS: Do que mais você sente falta do período que jogou? De Simone: Do stress do jogo.
HS: Realizou-se como atleta ou faltou algum título, alguma competição? De Simone: Faltou participar de uma Olimpíada, me machuquei antes de Barcelona.
HS: Qual é a sua atividade profissional atualmente? De Simone: Professor de Educação Física dos colégios Bandeirantes e Dante Alighieri e comentarista da ESPN Brasil.
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