A Pauta, com Bárbara Slovak PDF Imprimir E-mail
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Escrito por Rodrigo Figliolini   
Ter, 22 de Setembro de 2015 03:45

A pauta de hoje traz a jogadora Bárbara Slovak. Uma determinação como poucas vezes se viu no handebol, muita vontade de ir longe e absoluta raça em quadra. Bárbara foi entrevistada pelo Handsport sobre seu início no esporte, os quatro campeonatos que disputa ao mesmo tempo, os cuidados com a parte física e seus planos para o futuro. Confira abaixo.

[Por RODRIGO FIGLIOLINI]

De onde vem esta paixão pelo Handebol, como começou?
Basicamente, no colégio! Amava esportes e sempre gostei muito dos de contato, como futsal e judô, e assim foi com o handebol. Lembro das minhas amigas de turma dizendo "estamos na aula de educação física, você é muito competitiva, para com isso!" Era assim toda aula, queria sempre jogar bem, fazer muitos gols... era competitiva demais!

Você hoje joga quatro campeonatos ao mesmo tempo, em um esporte de contato! Como faz para cuidar da parte física?
Bom, a parte física me preocupa bastante e, para isso, tenho que sempre citar o nome de um profissional que sempre exige bastante de mim, o preparador Leandro Carvalho. Sempre busco meus limites, porém tendo consciência do meu corpo para não ter alguma pequena lesão que possa se agravar num contato dentro de quadra. Faço um cuidado extra, além da preparação. Semanalmente faço acupuntura e quiropraxia, que tem ajudado a melhorar meu desempenho tanto na parte física quanto na parte de quadra.

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Falamos com... Amanda Bomfim PDF Imprimir E-mail
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Escrito por Rodrigo Figliolini   
Sáb, 12 de Setembro de 2015 00:50

Foto: Esporte Clube PinheirosA jogadora Amanda Bomfim, do Esporte Clube Pinheiros, compõe a relação de atletas que disputam a principal competição do país, a Liga Nacional. Um fato que ela mesma não via como possível, mas encara com a seriedade de uma atleta olímpica. Ela também representou o Instituto Mauá nas competições acadêmicas neste ano, sendo inclusive convocada para uma fase de treinamentos da seleção universitária. Ela falou ao Handsport sobre seu momento na modalidade. 

Quando começou a jogar, imaginava que estaria disputando uma Liga Nacional e também chamando a atenção da Seleção Universitária?
Na verdade, não. Não imaginava que seria tão rápido o time adulto feminino do Pinheiros participar da Liga e ter tantas conquistas, pois enquanto jogava a categoria de base no clube, não era comentado sobre um time adulto feminino. E sobre a Seleção Universitária também não, pois não sabia que seria possível conciliar os estudos com os treinos, jogos e viagens.

Atualmente você está disputando alguma competição pela Mauá?
O time de handebol da faculdade está disputando a NDU. Infelizmente não posso participar, devido às regras para jogadoras federadas.

Acredita que a experiência deste elenco do Pinheiros, nas categorias de base, ajuda o time na Liga Nacional?
Como já disputamos o Final Four do Paulista e as meninas tem outras experiências, como finais dos campeonatos de base, Seleção Brasileira e Universitária, acredito que meu time tem uma carga de experiência muito boa para disputarmos de igual para igual para outras equipes na Liga Nacional.

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Uma pessoa que vive e respira Handebol PDF Imprimir E-mail
Escrito por Rodrigo Figliolini   
Dom, 18 de Janeiro de 2015 23:57

E ela levou isso à internet. Bruna Gomes Ferreira teve seu primeiro contato com o Handebol na escola e se identificou profundamente com o esporte, inclusive atuando em comissões técnicas de Diadema Handebol e hoje do Centro Olímpico. Em Diadema, além de atuar em mais de uma posição no time (na linha e no gol, vale ressaltar), Bruna torcia muito pelas equipes masculina e de base do clube, marcando presença em diversos jogos. Recentemente Bruna criou a página HANDLIFE (CURTA) na qual leva aos seguidores toda a sua paixão e conceitos do Handebol. Ela falou sobre isso e outros tópicos com o Handsport.

Quando começou seu convívio com o Handebol?

Conheci na escola, como a maioria, e partiu de uma iniciativa do professor em substituir a brincadeira (queimada) pelo jogo. Os meninos continuaram preferindo Futebol e as meninas dividiam-se entre o Vôlei e o Handebol. Da escola fui indicada para um clube próximo, juntamente com mais duas alunas da sala. Entramos no final do ano no clube, treinamos para alcançar as outras meninas e fomos nos apaixonando por esse esporte maravilhoso. Coincidentemente, fizemos um trabalho na escola sobre mulheres no esporte. E nada melhor do que falar de Handebol! Essa foi a primeira de muitas pesquisas que fizemos sobre a modalidade. E aquela vontade de querer saber mais, conhecer, descobrir, foi me aproximando cada vez mais do esporte. Sempre fui do tipo que topava jogar qualquer coisa, sempre disposta. Mas sempre muito nerd também. E os desafios sempre me atraem.

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“Sonho realizado!”, diz Patricia Scheppa PDF Imprimir E-mail
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Escrito por Rodrigo Figliolini   
Sex, 18 de Julho de 2014 00:00

Diante de sua torcida, a Seleção Feminina conquistou o Campeonato Mundial de Beach Handball pela terceira vez. Um feito visto por todo o país e com grande repercussão nas redes foi tema desta entrevista com a jogadora Patricia Scheppa. Confira abaixo!

Você disputou as decisões do Mundial 2012 em Omã, os World Games na Colômbia e o Pan-Americano no Paraguai, vencendo todas. Mas houve um diferencial neste Mundial, por ter sido realizado em solo brasileiro?

Existiu sim esse diferencial. Nós da seleção ficamos muito emocionados com o que estava acontecendo. Estávamos em busca de um título mundial no nosso país, com a arena lotada e muitos que estavam ali nem conheciam a modalidade até o momento. Mas fizeram questão de nos falar que amaram o que viram. Isso foi gratificante! Um título com um sabor mais que especial. E tudo ainda transmitido pela mídia, TV, sites, Blog, redes sociais em geral... Foi um sonho realizado. Um título que sem dúvida ficará marcado na minha vida.

Conquistar este Mundial era um objetivo que você tinha na sua carreira? Como se sente ao realizá-lo?

Era mais que um objetivo, era um sonho! Joguei cada jogo como se fosse o último da minha vida, queria muito mostrar para o Brasil o que é o Beach Handball.

Difícil falar como me sinto, mas estou muito feliz e a sensação é de dever cumprido! Sonho realizado!

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Jogadoras contam como escolheram seus números PDF Imprimir E-mail
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Escrito por Rodrigo Figliolini   
Qui, 01 de Agosto de 2013 21:26

Particularidade de alguns esportes, entre eles o Handebol, foram compartilhadas por três atletas da Seleção Feminina

Para as atletas, o número é mais do que parte da camisa. [Cinara Piccolo / Photo&Grafia]O Handebol possui um aspecto peculiar que o assemelha ao Basquete e ao Hockey, a identificação de um atleta com o número que veste. Algumas combinações foram emblemáticas a tal ponto que nenhum outro jogador de Hockey poderia usar a camisa 99 desde a aposentadoria de Wayne Gretzky. Os fãs de Michael Jordan sempre se lembrarão de sua camisa 23, também uma notável referência. E no Handebol isto também se aplica.

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